Migração

Mais de 1,2 mil crianças morreram desde 2014 tentando migrar, alerta ONU

Quase metade delas faleceu ao tentar atravessar o Mediterrâneo rumo à Europa. As informações foram divulgadas pela Organização Internacional para as Migrações (OIM). Agência da ONU afirmou que o número real de óbitos deve ser bem maior, uma vez que faltam dados precisos sobre a idade de quem cruza fronteiras. Em apenas 21% dos mais de 1,2 mil episódios de morte, a idade da criança era conhecida

Relatores das Nações Unidas pedem pacto global de migração focado em direitos humanos

Um pacto global para as migrações precisa ser “verdadeiramente global”, mas também deve levar em conta as especificidades regionais dada a natureza diversa do fenômeno. “Os Estados precisam se posicionar firmemente contra a discriminação, e demonstrar que o discurso de ódio, a violência, a estigmatização e a busca por bodes expiatórios não podem ser tolerados”, afirmam relatores especiais da ONU

ACNUR: países violam direitos de refugiados em vez de acolher populações vulneráveis

Assassinatos cometidos por militares, deportações forçadas e encarceramento em centros de detenção são alguma das violações de direitos a que são submetidos os refugiados em todas as partes do mundo. Cenário de violência generalizada foi criticado pelo alto-comissário assistente da ONU para refugiados, Volker Türk, em pronunciamento para representantes de 151 países

Crianças representam 51% de refugiados; especialistas da ONU pedem mais proteção

Muitas crianças atualmente sofrem exploração sexual e trabalhista em meio a ações “ineficazes” de países em todo o mundo. Ao final de 2015, 28 milhões de crianças haviam sido deslocadas pela violência e por conflitos – das quais 17 milhões haviam sido deslocadas internamente, 1 milhão eram requerentes de asilo e 10 milhões refugiadas

Migrantes enfrentam grande risco de desaparecimento forçado, alertam especialistas

Há um vínculo direto entre desaparecimentos forçados e migrações, mas os governos e a comunidade internacional não estão dando a devida atenção. O alerta é de um grupo de especialistas independentes das Nações Unidas, em um novo relatório ao Conselho de Direitos Humanos da ONU lançado nesta segunda (11)