Políticas de Comunicação

Plataforma de denúncias e ranking de programas policialescos que mais violam direitos são lançados. CNDH aprova relatório sobre o tema

A população brasileira tem, a partir de agora, um canal específico para denunciar violações de direitos praticadas nos chamados programas policialescos. As denúncias serão analisadas por um grupo de monitoramento e, na sequência, gerarão o Ranking Nacional de Violações de Direitos Humanos na TV aberta

Convite: lançamento da campanha "Mídia Sem Violações de Direitos" no Rio de Janeiro

Na próxima terça-feira, 27, o Intervozes e a Rede Andi estarão lançando no Rio de Janeiro a campanha Mídia Sem Violações de Direitos. A ideia é reunir entidades, movimentos e organizações parceiras na defesa dos direitos humanos para se somar à campanha que tem por objetivo lutar pelo fim das violações dos direitos humanos na mídia, especialmente nos chamados programas policialescos.

Julgamento da Classificação Indicativa é novamente adiado

Estava previsto para a última quarta-feira, 4 de agosto, o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2404 que pede o fim da Classificação Indicativa no Supremo Tribunal Federal, mas não foi retomado pelos ministros. Ainda não há uma nova data para o julgamento, mas pode voltar à pauta a qualquer momento. Ele está interrompido desde novembro por conta do pedido de vistas do ministro Teori Zavascki.

Guia de monitoramento: Violações de direitos na mídia brasileira III

No Volume III, são apresentados os dados de pesquisa realizada em programas de rádio e TV das cinco regiões brasileiras, acusando níveis preocupantes de violações de direitos e de infrações a leis e a normas autorregulatórias do campo midiático. E a partir dos elementos constitutivos do modelo “policialesco” identificados na amostra, é aberto amplo debate sobre o fazer jornalístico — seus limites e responsabilidades.

Pesquisa detecta número surpreendente de violações de direitos e infrações a leis em programas "policialescos" de rádio e TV

Em apenas 30 dias, narrativas de rádio e TV promoveram 4.500 violações de direitos, cometeram 15.761 infrações a leis brasileiras e multilaterais e desrespeitaram 1.962 vezes normas autorregulatórias, como o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros.