Migração

ENTREVISTA: Precisamos de novo acordo global para refugiados, diz chefe de proteção do ACNUR

O chefe de proteção da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Volker Türk, detalha como um novo acordo global sobre o tema ajudará tantos os refugiados quanto as comunidades de acolhimento. "O Pacto Global é uma resposta à necessidade da comunidade internacional de se unir e ajudar os países que são particularmente afetados pelos movimentos de refugiados", afirmou

ACNUR: número de pessoas deslocadas chega a 68,5 milhões em 2017

Em 2017, o número de pessoas deslocadas por guerras, violência e perseguições bateu um novo recorde pelo quinto ano consecutivo. Do total de indivíduos forçados a se deslocar, 25,4 milhões cruzaram fronteiras e se tornaram refugiados. Os números são do relatório anual Tendências Globais, divulgado em 19 de junho pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR)

Em Brasília, agência da ONU apoia festival de cinema e gastronomia sobre movimentos migratórios

Chega a Brasília o festival Cine MigrArte Mais Cinema Menos Muros, que promoverá exibições de curtas-metragens, debates sobre audiovisual e trocas gastronômicas. Filmes produzidos no Distrito Federal e fora do Brasil serão apresentados em diferentes localidades, em sessões mensais até agosto, sempre aos sábados das 16h às 22h. Evento tem o apoio institucional da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR)

Mais de 1,2 mil crianças morreram desde 2014 tentando migrar, alerta ONU

Quase metade delas faleceu ao tentar atravessar o Mediterrâneo rumo à Europa. As informações foram divulgadas pela Organização Internacional para as Migrações (OIM). Agência da ONU afirmou que o número real de óbitos deve ser bem maior, uma vez que faltam dados precisos sobre a idade de quem cruza fronteiras. Em apenas 21% dos mais de 1,2 mil episódios de morte, a idade da criança era conhecida

Relatores das Nações Unidas pedem pacto global de migração focado em direitos humanos

Um pacto global para as migrações precisa ser “verdadeiramente global”, mas também deve levar em conta as especificidades regionais dada a natureza diversa do fenômeno. “Os Estados precisam se posicionar firmemente contra a discriminação, e demonstrar que o discurso de ódio, a violência, a estigmatização e a busca por bodes expiatórios não podem ser tolerados”, afirmam relatores especiais da ONU