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Realização: 

ANDI e Organização Internacional do Trabalho.

Boas Práticas em Comunicação
Ano: 
2007

O Programa de Comunicação para Erradicação das Piores Formas de Trabalho Infantil, executado pela ANDI – Agência de Notícias dos Direitos da Infância em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), teve seu início em julho de 2004. A vertente da comunicação surgia como um dos vetores de uma ampla estratégia de ação executada a partir do Programa de Duração Determinada para Contribuir com a Elimina- ção das Piores Formas de Trabalho Infantil, desenvolvido pela OIT no âmbito do seu Programa Internacional pela Eliminação do Trabalho Infantil (IPEC).

Durante 23 meses, o programa de comunicação coordenado pela ANDI realizou um significativo esforço de capacitação junto a atores envolvidos na prevenção e na eliminação das Piores Formas de Trabalho Infantil e, ao mesmo tempo, buscou sensibilizar profissionais da imprensa e qualificá-los para enfocar o tema de forma aprofundada. O objetivo dessa abordagem era dar visibilidade às Piores Formas de Trabalho Infantil, evocando o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Convenção nº 182 da OIT, norma internacional que trata especificamente da proibição desse tipo de exploração e da ação imediata para sua eliminação. Tendo a mídia como aliada, o deba-te junto à sociedade civil passa a ganhar força, colocando o tema em destaque na pauta da agenda pública.

Como continuidade à publicação Piores Formas de Trabalho Infantil – Um Guia para Jornalistas, o presente documento sistematiza as boas práticas do programa de comunicação executado pela ANDI, permitindo que outras instituições tomem conhecimento delas e possam, de forma autônoma, agregar elementos da comunicação a seus planos de ação. Dessa maneira, poderão garantir maior alcance às suas atividades e contribuir ainda mais efetivamente com o movimento pela eliminação das Piores Formas de Trabalho Infantil no país.

Esta publicação traz contribuições de representantes de vá- rias instituições que participaram direta ou indiretamente das ações do Programa de Comunicação para Erradicação das Piores Formas de Trabalho Infantil.

Agradecemos em especial a adesão e colaboração do Fórum Nacional e dos Fóruns Estaduais de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, de representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, do Ministé- rio Público do Trabalho, de entidades de empregadores e de trabalhadores e de organizações não-governamentais, além de representantes das Nações Unidas e de agências de cooperação internacionais.