09 de Abril de 2015
Projeto do UNICEF de inclusão pela educação física inicia turmas em 15 capitais brasileiras

Iniciativa da agência da ONU e do Instituto Rodrigo Mendes, com apoio da Fundação FC Barcelona, o projeto visa a garantir, por meio da educação física, o direito de aprender das crianças e dos adolescentes com deficiência

Abrir as portas das escolas públicas regulares para as crianças com deficiência, garantindo seu direito de aprender e se desenvolver de forma integral. Com esse objetivo, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Instituto Rodrigo Mendes iniciam a segunda edição do projeto “Portas Abertas para Inclusão”, realizado em parceria com a Fundação FC Barcelona.

Até o final deste ano, professores, gestores e técnicos de escolas municipais de 15 capitais brasileiras participarão de um curso sobre educação física inclusiva. A partir da realização de um diagnóstico, serão estimulados a trocar experiências e desenvolver projetos práticos em suas escolas.

“Por meio do esporte e da brincadeira, queremos promover o direito das crianças com deficiência de estar na escola, aprendendo e se desenvolvendo com as demais crianças”, destaca Rodrigo Fonseca, especialista da área de Esporte para o Desenvolvimento do UNICEF no Brasil.

Em sua primeira edição, entre 2013 e 2014, a iniciativa alcançou mais de 22.500 alunos da rede municipal de ensino nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo. Ao todo, 324 educadores, gestores e técnicos concluíram um curso semipresencial.

Nesta nova etapa, o projeto foi expandido para mais três cidades, e novas escolas estão sendo mobilizadas em Belém, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Maceió, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo. O projeto integra as atividades da Plataforma dos Centros Urbanos, uma iniciativa do UNICEF para reduzir as desigualdades que afetam a vida das crianças e dos adolescentes nos centros urbanos.

“Observamos que os educadores que participaram do curso inovaram em propostas para incluir todos os alunos nas aulas de educação física. Muitas vezes, graças à ressignificação da educação física, conseguimos mudar a forma de toda a escola compreender e se relacionar com as diferenças humanas, superando desigualdades”, completa Rodrigo Hübner Mendes, superintendente do Instituto Rodrigo Mendes.

Além da formação dos professores, a nova edição será concluída, em 2016, com um guia de experiências de educação inclusiva. Conheça os detalhes da iniciativa clicando aqui.

Fonte: ONU Brasil

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Este guia integra uma série de publicações editadas pela ANDI – Comunicação e Direitos ao longo da última década, com o objetivo de contribuir para o aprimoramento da cobertura jornalística.