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As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

As florestas tropicais do planeta somam um bilhão de hectares; a Amazônia representa um terço do total, mas já teve entre 17% e 18% de sua área desmatada. (Foto: Maria Benevides/ANDI)

As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

Brasil é o quarto maior emissor de gases que provocam o efeito estufa e 77% das nossas emissões são causadas por desmatamento e queimadas. (Foto: Creative Commos)

As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

Temos 20% da biodiversidade mundial e 12% dos recursos hídricos. (Foto: Maria Benevides/ANDI)

As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

O estado campeão de desmatamento é o Mato Grosso, que tem o maior rebanho do país e onde a soja ganha mais e mais espaço. (Foto: Maria Benevides/ANDI)

As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

Mato Grosso também abriga a bacia do rio Xingu, que alimenta a bacia Amazônica. Para os seis mil índios que vivem no Parque Nacional o rio é fonte de pesca, água e meio de transporte. (Foto: Maria Benevides/ANDI)

As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

A bacia do Xingu já perdeu 6 milhões de hectares de vegetação nativa (33% da cobertura natural do estado). Na figura, a bacia é a área em verde e o Parque está sombreado de vermelho. Fonte: Núcleo de Monitoramento de Canarana. (Foto cedida: ISA)

As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

Em 2004 o Instituto Sociambiental (ISA) a pedido dos indígenas, iniciou a interlocução com agricultores, pecuaristas, especialistas e políticos locais, que desenvolveram a campanha Y’Icatu Xingu: Salvem a água limpa do Xingu na língua Kamauirá.

As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

Da campanha surgiram a Rede de Sementes do Xingu e a técnica de plantio mecanizado de florestas, mais barata do que o plantio de mudas. (Foto: Maria Benevides/ANDI)

As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

O ISA criou a “muvuca”, uma mistura de sementes nativas que pode ser plantada pelas mesmas máquinas usadas para semear a soja. (Foto cedida: ISA)

As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

A mistura de sementes de árvores da floresta é colocada nos compartimentos de adubo de máquinas de semear.  (Foto cedida: ISA)

As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

Uma nova profissão, a de coletor de sementes, surgiu com o sucesso da campanha. O ISA compra sementes dos coletores e vende para agricultores que estão recuperando as APPs. (Produtora de vídeo AIK)

As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

Três mil hectares de APPs já foram recuperados e há o comprometimento de recuperação em uma área de um milhão de hectares. (Foto: Maria Benevides/ANDI)

As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

Amândio Micolino é um pequeno agricultor de Querência e foi um dos primeiros a replantar áreas de floresta em suas terras. (Foto cedida: ISA)

As máquinas de semear soja agora são usadas para plantar florestas e restaurar áreas que estavam devastadas.

Saulo Cunha é um dos fazendeiros que integram a campanha: “Mesmo que eu não fosse obrigado, recuperaria 50 metros nas margens dos rios como estou fazendo”. (Foto: Maria Benevides/ANDI)

Paragominas mostra que é possível cumprir o Código Florestal sem precisar alterá-lo. Lá, OnGs e produtores rurais trabalham em parceria e quem ganha é o meio ambiente.

A combinação de monitoramento e aplicação da lei vêm reduzindo o desmatamento no Brasil desde 2004. Naquele ano o desmatamento na Amazônia atingiu 27 mil km². Foi de  6 mil km² em 2011 - ainda assim, quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo.

Paragominas mostra que é possível cumprir o Código Florestal sem precisar alterá-lo. Lá, OnGs e produtores rurais trabalham em parceria e quem ganha é o meio ambiente.

Desmatamento disfarçado para enganar o monitoramento de satélites. Em 2004, o governo iniciou o Plano de Combate ao Desmatamento da Amazônia. (Foto: Instituto Socioambiental)

Paragominas mostra que é possível cumprir o Código Florestal sem precisar alterá-lo. Lá, OnGs e produtores rurais trabalham em parceria e quem ganha é o meio ambiente.

Produtores de municípios que integram a lista suja de campeões do desmatamento perderam crédito bancário. Paragominas, no Pará, foi um dos municípios a entrar na primeira lista suja, em 2008. (Foto: Maria Benevides/ANDI)

Paragominas mostra que é possível cumprir o Código Florestal sem precisar alterá-lo. Lá, OnGs e produtores rurais trabalham em parceria e quem ganha é o meio ambiente.

O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Paragominas, Mauro Lúcio Costa, apoiou o Pacto de Desmatamento Zero proposto pelo prefeito. (Foto: Maria Benevides/ANDI)

Paragominas mostra que é possível cumprir o Código Florestal sem precisar alterá-lo. Lá, OnGs e produtores rurais trabalham em parceria e quem ganha é o meio ambiente.

Costa aponta o mapeamento de sua fazenda, Marupiara, feito com a ajuda das ONGs  The Conservancy International (TNC) e Instituto de Pesquisas da Amazônia (Imazon).   Cercas e bebedouros impedem o gado de degradar as margens dos igarapés.

Paragominas mostra que é possível cumprir o Código Florestal sem precisar alterá-lo. Lá, OnGs e produtores rurais trabalham em parceria e quem ganha é o meio ambiente.

A produtividade média da pecuária é de 0,8 cabeças por hectare e a derrubada da floresta para transformar o solo em pasto é a grande causa do desmatamento. Com ajuda de pesquisadores, Costa mantem 4 cabeças/ha. (Foto: Maria Benevides/ANDI)

Paragominas mostra que é possível cumprir o Código Florestal sem precisar alterá-lo. Lá, OnGs e produtores rurais trabalham em parceria e quem ganha é o meio ambiente.

Paragominas foi o primeiro município a sair da lista negra, (2010) e tenta mudar modelo de desenvolvimento: uma fábrica de MDF usa Paricá, uma madeira local para produzir pisos. (Foto: Maria Benevides/ANDI)

Paragominas mostra que é possível cumprir o Código Florestal sem precisar alterá-lo. Lá, OnGs e produtores rurais trabalham em parceria e quem ganha é o meio ambiente.

O prefeito Adnan Demachki é hoje uma das 100 personalidades mais influentes do Brasil (revista Época), mas lembra tempos difíceis o quanto foi difícil manter o pacto: “Aumentou o desemprego, colocaram fogo na sede do Ibama e a arrecadação caiu.”.

Paragominas mostra que é possível cumprir o Código Florestal sem precisar alterá-lo. Lá, OnGs e produtores rurais trabalham em parceria e quem ganha é o meio ambiente.

A fumaça das queimadas, das carvoarias e das serrarias são coisas do passado em Paragominas. Mas o Pará continua a ser, junto com Mato Grosso, um dos estados campeões de desmatamento.

Às vésperas da votação no Senado, a ANDI promoveu seminário sobre "Mídia e Código Florestal" para jornalistas que cobrem o Congresso.
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O senador Rodrigo Rollemberg, presidente da Comissão de Meio-Ambiente do Senado, fez a abertura do seminário Código Florestal e Sustentabilidade Para Jornalistas, em Brasília

Às vésperas da votação no Senado, a ANDI promoveu seminário sobre "Mídia e Código Florestal" para jornalistas que cobrem o Congresso.
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O professor da Escola Superior de Agricultura da USP, Gerd Sparovek (esq) e Tasso Azevedo, especialista em florestas, fizeram apresentações sobre o impacto do projeto em tramitação no Senado

Às vésperas da votação no Senado, a ANDI promoveu seminário sobre "Mídia e Código Florestal" para jornalistas que cobrem o Congresso.
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Geraldinho Vieira, do Conselho da Andi, no seminário em Brasília

Às vésperas da votação no Senado, a ANDI promoveu seminário sobre "Mídia e Código Florestal" para jornalistas que cobrem o Congresso.
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Mesa (E/D): diretor da Secretaria Especial de Comunicação Social do Senado (Secs), Davi Emerich, e senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)

Às vésperas da votação no Senado, a ANDI promoveu seminário sobre "Mídia e Código Florestal" para jornalistas que cobrem o Congresso.
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Editor da revista "Em discussão!" do Senado, João Carlos Teixeira

Às vésperas da votação no Senado, a ANDI promoveu seminário sobre "Mídia e Código Florestal" para jornalistas que cobrem o Congresso.
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Professor Gerd Sparovek representante do Ministério do Meio Ambiente, Tasso Azevedo diretor da Secretaria Especial de Comunicação Social do Senado (Secs), Davi Emerich senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) jorn. Claudio Angelo; e jorn. Geraldinho Vieira

Às vésperas da votação no Senado, a ANDI promoveu seminário sobre "Mídia e Código Florestal" para jornalistas que cobrem o Congresso.
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Geraldinho Vieira faz apresentação da Análise de Mídia da ANDI para jornalistas na sede do jornal O Estado de São Paulo

Publicação

A Reforma do Código Florestal na Imprensa Brasileira

Pesquisa da ANDI mostra que a mídia nem sempre consegue colocar em pauta aspectos técnicos e científicos

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