Não temos o direito de tomar o tema do código florestal como apenas mais uma pauta semanal ou trimestral da agenda do legislativo. Geraldinho Vieira - ANDI.

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A política ambiental fica o tempo inteiro sob a névoa do ambiente político. As acusações entre partidos, por exemplo, apagam da opinião pública temas relevantes como a discussão sobre o novo código florestal. Não é a questão de diminuir a cobertura desses temas e sim de estudar uma forma editorial de trazer os temas referentes às políticas públicas para primeiro plano. Geraldinho Vieira - ANDI
Como o ambiente político tem mais espaço na agenda legislativa, a discussão aprofundada sobre o código fica muito difícil. O fato de não haver debate, torna ainda mais complicado trazer uma perspectiva, econômica financeira e como são esses cálculos financeiros. O significado do código e seus pormenores já são pouco explorados. Geraldinho Vieira - Andi.
É uma informação essencial para acabar com os “achismos”, pois não há conhecimento suficiente sobre malha fundiária no Brasil. Falta a malha oficial e uma localização da vegetação natural nesse espaço para que se seja possível tomar as providências necessárias. Gerd Sparovek - Professor da USP.
De acordo com Gerd Sparovek, o Cadastro confunde consolidação e regularização apesar de ter os dois temas presentes no PL. Senador Rodrigo Rollemberg
Uma das metas para o código citadas por Gerd é a descriminalização do produtor que se dispões aos ajustes, conservar a vegetação natural sem comprometer o setor agropecuário. Gerd Sparovek - Professor da USP
São necessários instrumentos econômicos que valorizem a preservação. A preocupação é com os desmatamentos legais pós votação ao longo dos próximos 10 – 20 anos. Hoje para o cerrado temos 20% fixados para preservação, com a ampliação do consumo de alimentos pode acompanhar a forte pressão para aumentar as áreas desmatadas. Senador Rodrigo Rollemberg
Há necessidade de um entendimento entre essas comissões para que seja possível a construção de uma agenda estratégica para o Brasil pós código florestal. Gerd Sparovek - Professor da USP
Se conseguíssemos dobrar a produtividade da pecuária no próximos anos, haveria um imenso espaço disponível para agricultura, agroenergia. Senador Rodrigo Rollemberg.
De acordo com Tasso, nem o código atual e nem a proposta que está em discussão têm um objetivo claro do que se pretende.Tasso Azevedo - Especialista em engenharia florestal
A demanda primordial é a preservação. Todas as modificações no código florestal partem da conservação ou da ampliação da conservação da floresta. Tasso Azevedo - Especialista em engenharia florestal
Na leitura de Tasso, as alterações que estamos vendo agora não se dão pela razão objetiva de melhorar a proteção das florestas ou porque o código é ineficiente na sua aplicação. Tasso Azevedo - Especialista em engenharia florestal
Publicação
A Reforma do Código Florestal na Imprensa Brasileira
Pesquisa da ANDI mostra que a mídia nem sempre consegue colocar em pauta aspectos técnicos e científicos



