10 de Janeiro de 2012
Segmento editorial investe em obras de autoajuda para crianças

Veículo: 
Revista Istoé

Atualmente, os dois segmentos que mais vendem livros no Brasil são o infantojuvenil e o de autoajuda, segundo avaliação da Associação Nacional de Livrarias (ANL). De olho nesse perfil de consumidor, o mercado editorial resolveu investir na fusão entre os dois gêneros: nas livrarias e lojas, há vários lançamentos destinados a crianças a partir de dois anos, com a proposta de discutir questões como ansiedade, timidez e a dificuldade em lidar com a morte de um ente querido. "Nas nossas obras, usamos um dos recursos mais abundantes às crianças, a imaginação, para ajudá-las a lidar com as dificuldades do dia a dia", afirma Ruth Souza, coautora da série Faça Seu Mundo Melhor. A psicóloga, especialista em psicopatologia da criança, entende o fenômeno como reflexo do mundo em que vivemos, onde temos fácil acesso às fontes com potencial de gerar ansiedade e medo, como a televisão, o celular e o computador. "Nosso objetivo é dar ferramentas para que elas lidem de maneira mais positiva com o dilúvio de estímulos que recebem", explica.

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