13 de Novembro de 2012
Restringir ou não a publicidade infantil

Veículo: 
O Povo

Os comercias não medem esforços para vender produtos direcionados a crianças. Na internet, o problema é ainda mais acentuado. No dia a dia, as empresas não param de inovar, fazendo diversas ações de marketing para garantir a atenção da garotada. No Brasil não existe legislação específica para regular a publicidade de produtos infantis. As próprias empresas de publicidade criaram um órgão regulador, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), que analisa as propagandas veiculadas, quando recebem queixas de consumidores. Há mais de 10 anos tramita na Câmara dos Deputados, o projeto de lei 5.921, de autoria do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que visa proibir a publicidade dirigida ao público infantil. Nos últimos anos o texto sofreu inúmeras alterações.

Desenvolvimento – Para o psicólogo Assis Parente existem "propagandas que ajudam", mas outras que "condicionam e que afetam o desenvolvimento da criança". Segundo ele, muitas vezes, as crianças não estão preparadas para receber tanta carga de informação, o que acaba atrapalhando o desenvolvimento infantil. Para o especialista em marketing Christian Avesque, a partir da década de 1980 a publicidade se "espetacularizou".

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Publicação mapeia os principais riscos a que estão expostos crianças e adolescentes nas cidades-sede do Mundial 2014 e apresenta as iniciativas desenvolvidas pela sociedade brasileira para garantir os direitos fundamentais desses grupos etários.