17 de Julho de 2013
"Precisamos de mais médicos e imediatamente"

Veículo: 
Revista Carta Capital

Em entrevista, o ministro da Saúde defende o programa Mais Médicos, lançado pelo governo federal para sanar a falta de profissionais. De acordo com o ministro, todos passarão por uma avaliação pelas universidades públicas, mas não ganharão o direito pleno de exercer a medicina no País, para não disputar o mercado de trabalho com médicos brasileiros. Padilha ressaltou ainda a questão da infraestrutura e manutenção dos serviços de saúde. “O Ministério da Saúde está investindo 13 bilhões de reais em mais de 16 mil unidades básicas de saúde, quase 900 unidades de pronto-atendimento e mais de 800 hospitais. Outro problema crítico: precisamos de mais médicos e mais perto da população. Isso exige enfrentamento imediato. Quando você cria vagas de medicina, essa formação demora de seis a dez anos. E é preciso estimular a distribuição dos médicos. O ministério pagará a remuneração. E haverá acompanhamento das universidades. E caso as vagas não sejam preenchidas por brasileiros, o ministério vai fazer como outros países: atrair médicos estrangeiros para trabalhar exclusivamente na periferia das grandes cidades e nos municípios do interior”, pontuou.

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