10 de Dezembro de 2013
PR: Não é qualquer brinquedo que serve

Veículo: 
Gazeta do Povo

As inúmeras caixas coloridas nas prateleiras das lojas de brinquedo tornam a experiência de escolher um bom presente em desafio. Entre tantas opções, especialistas recomendam que jogos sejam priorizados em relação a outros brinquedos que não promovem a interação social. Se a intenção é escolher algo que se revele educativo, há inclusive alternativas que funcionam como reforço daquilo que a criança aprende na escola. A psicopedagoga clínica Priscilla Santana Van Kan vê como positiva a escolha por jogos que se apropriam do conteúdo escolar. Através da experiência, a criança e o adolescente têm a oportunidade de perceber e compreender os conteúdos escolares como elementos vivos e dinâmicos. "Assim, o jogo enquanto recurso de ensino-aprendizagem contribui de maneira significativa para a construção crítica, prazerosa e consciente do conhecimento", afirma. Já a psicóloga e educadora brinquedista Marion Weber Schiller defende que todos os jogos são ferramentas para o desenvolvimento da criança.

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Publicação mapeia os principais riscos a que estão expostos crianças e adolescentes nas cidades-sede do Mundial 2014 e apresenta as iniciativas desenvolvidas pela sociedade brasileira para garantir os direitos fundamentais desses grupos etários.