30 de Julho de 2013
Pela precisão do diagnóstico

Veículo: 
Revista Veja

Em 2007, o psiquiatra gaúcho Luís Augusto Ronde, 48 anos, diretor do Programa de Déficit de Atenção e Hiperatividade da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, recebeu um convite inédito da Associação americana de Psiquiatria para um médico brasileiro: contribuir para a atualização do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, o DSM. Foi a quinta versão de um dos mais respeitados documentos científicos da psiquiatria mundial. Em entrevista, Ronde fala sobre o tratamento de distúrbios que aparecem na infância, como o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). De acordo com Ronde, apenas um quarto dos doentes com transtorno está devidamente diagnosticado no Brasil. Ele aponta que há uma subnotificação de TDAH. "Cerca de 60% dos transtornos psiquiátricos começam nos primeiros anos de vida. Ao sabermos disso, por que não focar a identificação precoce dos sintomas, quando a doença é mais fácil de ser evitada".

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