06 de Setembro de 2013
Enem: 52% das redações devem ter três correções

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A notícia foi publicada nos principais jornais do País

Mais da metade das redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deve passar por um terceiro corretor neste ano. A estimativa é do próprio Ministério da Educação (MEC), que tornou mais rígido o sistema de correção. As redações são corrigidas por dois corretores e, quando há discrepância, seguem para a terceira leitura. Com as novas regras - que diminuem o limite dessa variação de nota -, o MEC estima que 52% dos textos devam passar pelo terceiro corretor, contra 21% em 2012. Para isso, a pasta anunciou ontem (05), no lançamento do guia da redação do Enem, um aumento de 70% no número de corretores. Farão parte da banca de avaliadores 9,5 mil profissionais. A redação tem sido o ponto mais polêmico do Enem. No ano passado, o MEC passou a permitir que o estudante tenha acesso ao texto corrigido. Desde então, surgiram redações nota máxima com erros e composições com deboches - um deles trazia uma receita e outro, o hino de um time. Agora, provas com deboche serão zeradas.

Inep construirá 'bunker' para evitar fraude - O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC), vai construir, por R$ 15,2 milhões, uma espécie de "bunker" de segurança que será dedicado à elaboração de questões e avaliações, como Enem, Prova Brasil e Sistema de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida). A caixa-forte deve ficar pronta em Março de 2014. O local será usado para análise e revisão de conteúdo do Banco Nacional de Itens, que reúne as questões dos exames organizados pelo Instituto. O objetivo é garantir a segurança dos processos e aprimorar a produção dos itens.

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