02 de Maio de 2018
Educação é a chave para as crianças comerem melhor

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Qual criança não gosta de comer uma “besteira”? Refrigerantes, chocolates, biscoitos recheados e salgadinhos estão entre as guloseimas favoritas da criançada. Mas será que é tão difícil fazer os pequenos mudarem os hábitos alimentares e optarem por opções mais saudáveis? A resposta é não e pode vir de dentro das escolas.

Esse é o objetivo o Meu Pratinho Saudável, programa que visa mudar os hábitos alimentares das crianças com a introdução de um projeto contínuo de orientação nutricional que tem como principal objetivo combater o sobrepeso, a obesidade e o sedentarismo.

O projeto é uma iniciativa do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP em parceria com a LatinMed Editora em Saúde e com o apoio do Instituto Givaudan.

“A obesidade infantil é uma doença que causa problema sérios, como hipertensão, colesterol alto e diabetes. Por isso, é tão importante as crianças e adolescentes saberem fazer refeições saudáveis, e levarem esses hábitos para dentro de casa”, diz a Dra. Elisabete Almeida, coordenadora do programa.

São feitas atividades mensais que envolvem gincanas, dinâmicas, montagem de pratos com alimentos em resina e jogos nos quais os alunos aprendem a “enxergar” a quantidade de gordura, sal e açúcar presentes em alimentos como salgadinho de pacote, refrigerantes, macarrão instantâneo e biscoitos, entre outros.

“O trabalho de conscientização para uma vida mais saudável também é papel da Educação. Em pouco tempo, crianças e adolescentes incorporam os novos hábitos e levaram para a casa as dicas que receberam na escola”, diz Rosane Molina Carvalho, a diretora da escola estadual

“Educação Nutricional é um dos três pilares de atuação do Instituto Givaudan, por isso apoiar o Meu Pratinho Saudável é tão significativo. O intuito é transforma cada criança em agente da construção de seu próprio conhecimento, para que ela fixe claramente os conceitos passados nas atividades para utilizá-los em casa e na escola, para fazer suas opções alimentares saudáveis. É um trabalho que influenciará na saúde da família como um todo”, comenta Fernanda Tricerri, do Conselho de Administração do Instituto Givaudan.

Mas então está proibido a criança comer as guloseimas tão queridas? Não é bem assim, mas é bom não exagera. Para evitar que a criança exagere nas guloseimas e não fique com fome nos intervalos e compense na próxima refeição, é importante seguir as dicas da nutricionista Lara Natacci. “Alimentos como doces e salgadinhos não são proibidos, mas não podem substituir os que são ricos em nutrientes e nem serem ingeridos em grande quantidade”, afirma ela.

 

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Este guia integra uma série de publicações editadas pela ANDI – Comunicação e Direitos ao longo da última década, com o objetivo de contribuir para o aprimoramento da cobertura jornalística.